Ninguém escreve bem ou mal, escreve o que sente. E nem sempre o que a gente sente é bonito.
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
“Viva o máximo que puder, use suas melhores roupas todos os dias, evite chorar por tristeza ou um amor congelado. Sorria bastante, ria bastante, dê gargalhadas com vontade. Ache tudo engraçado. Faça tudo que vier na sua cabeça, fale tudo que pensa, liberte-se. Não se deixe abalar pelo que os outros dizem de você. Um “foda-se” de cabeça erguida resolve. Faça cada dia, aliás, cada minuto de sua vida valer a pena. Não sabemos quando pode acabar. Ser mortal tem lá suas vantagens. Viver é mais do que só existir.”
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Se não fosse tão inquieta, dizem que eu poderia ser mais intelectual. Se não fosse tão calada, dizem que eu poderia ter mais amigos. Se não fosse tão despreocupada, dizem que eu poderia ter mais oportunidades. E eu poderia, confesso, ser diferente, ser melhor, ser a intelectual sem óculos ou o prodígio da família. Essas coisas acontecem, somos bons, se quisermos ser. Mas me escolhi, acima de tudo, acima dos “se você fosse”, e se escolher é sempre o caminho mais difícil. É sempre a briga mais acirrada com o mundo.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Não morro de amores por pessoas sem mistério, quando se é muito transparente, muito risonho e educado é raro ser levado a sério. Prefiro os mais silenciosos, os que abrem a boca de menos, os mais serenos. Aqueles que ninguém define e que sempre analisam os fatos por um novo enfoque. Prefiro os que têm estoque aos que deixam tudo à mostra na vitrine.
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