Ninguém escreve bem ou mal, escreve o que sente. E nem sempre o que a gente sente é bonito.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Diga-me, quantas pessoas realmente se importam como você? Quero dizer, sem ser aquelas que fazem parte da sua vida, com as quais é divertido ficar, sem ser as que você ama e nas quais confia. Refiro-me aos que se sentem bem quando você está feliz, que se sentem mal quando você está magoada ou passando por um momento dificil; aos que abandonaram as próprias vidas por algum tempo para ajudá-la a resolver a sua. Garanto que não são muitas.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
“E tem dias que é assim mesmo. Eu não quero graça, conversa, brincadeira. Quero ficar no meu mundo imaginário, erguer os muros e riscar os limites. Mas ainda assim, tem pessoas que se atrevem a atravessar essas barreiras. E o pior de tudo, se surpreendem com a minha reação agressiva. Você chama de ignorância, eu chamo de auto-defesa.”
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
“Viva o máximo que puder, use suas melhores roupas todos os dias, evite chorar por tristeza ou um amor congelado. Sorria bastante, ria bastante, dê gargalhadas com vontade. Ache tudo engraçado. Faça tudo que vier na sua cabeça, fale tudo que pensa, liberte-se. Não se deixe abalar pelo que os outros dizem de você. Um “foda-se” de cabeça erguida resolve. Faça cada dia, aliás, cada minuto de sua vida valer a pena. Não sabemos quando pode acabar. Ser mortal tem lá suas vantagens. Viver é mais do que só existir.”
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Se não fosse tão inquieta, dizem que eu poderia ser mais intelectual. Se não fosse tão calada, dizem que eu poderia ter mais amigos. Se não fosse tão despreocupada, dizem que eu poderia ter mais oportunidades. E eu poderia, confesso, ser diferente, ser melhor, ser a intelectual sem óculos ou o prodígio da família. Essas coisas acontecem, somos bons, se quisermos ser. Mas me escolhi, acima de tudo, acima dos “se você fosse”, e se escolher é sempre o caminho mais difícil. É sempre a briga mais acirrada com o mundo.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Não morro de amores por pessoas sem mistério, quando se é muito transparente, muito risonho e educado é raro ser levado a sério. Prefiro os mais silenciosos, os que abrem a boca de menos, os mais serenos. Aqueles que ninguém define e que sempre analisam os fatos por um novo enfoque. Prefiro os que têm estoque aos que deixam tudo à mostra na vitrine.
terça-feira, 13 de agosto de 2013
“Parei pra pensar e a partir daquele momento comecei a me livrar de tudo que era negativo, de tudo que me fazia mal, que me consumia.
Apenas depois disso descobri que a felicidade está dentro de cada um de nós.
O positivismo passou a ser escolha de qualquer pessoa. Ainda mais quando vem acompanhado de mais alguém. Você sabe quem é, e sabe que é pra você.”
Apenas depois disso descobri que a felicidade está dentro de cada um de nós.
O positivismo passou a ser escolha de qualquer pessoa. Ainda mais quando vem acompanhado de mais alguém. Você sabe quem é, e sabe que é pra você.”
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Eu odeio esse lance de amor. É realmente desnecessário tudo isso. As pessoas dizem que é magico ficar apaixonado, mas não é. Você pensa na pessoa o tempo todo, e em cada detalhe de absolutamente tudo você lembra dela. Se lê um livro, acha uma palavra que a lembre. Se vê um filme, na cena do casal romântico, acaba desejando estar ao lado dele, assim como no beijo da novela. Sem falar nas músicas não é? Se pega até mesmo ouvindo pagode, e o pior, as letras fazem sentido. Você acorda e vai dormir, faz as tarefas do dia-a-dia imaginando como seria se ele estivesse alí, te vendo. Parece bobo quando se depara na rua com uma pessoa que usa o mesmo perfume, quando não, sente o cheiro dele assim, do nada. É horrivél se pegar pensando em como ele é lindo e perfeito, como você sempre sonhou. E ir ao shopping e imaginar vocês dois na fila do cinema de mãos dadas, e felizes. É detestante a maneira que o jeito de falar e o sorriso daquela pessoa te assombra dia e noite. Pior ainda, é quando ele te olha e você sorri sem pensar. Parecendo inevitável não se derreter com aquele olhar cativante. Você olha os casais de namorados na rua e se questiona quando tudo será permanente, às claras, sem ter que esconder nada de ninguém, sem ter que inventar histórias pra poder vê-lo.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
“Aprendi que se aprende errando. Que crescer não significa fazer aniversário. Que o silêncio é a melhor resposta quando se ouve uma bobagem. Que trabalhar significa não só ganhar dinheiro. Que amigos a gente conquista mostrando o que somos. Que os verdadeiros amigos sempre ficam com você até o fim. Que a maldade pode se esconder atrás de uma bela face. Que não se espera a felicidade chegar, mas se procura ela. Que quando penso saber de tudo ainda não aprendi nada. Que a natureza é a coisa mais bela na vida. Que amar significa se dar por inteiro. Que um só dia pode ser mais importante que muitos anos. Que se pode conversar com estrelas. Que se pode confessar com a lua. Que se pode viajar além do infinito. Que ouvir uma palavra de carinho faz bem à saúde. Que dar carinho também faz… Que sonhar é preciso. Que se deve ser criança a vida toda. Que nosso ser é livre. Que Deus não proíbe nada em nome do amor. Que o julgamento alheio não é importante. Que o que realmente importa é a paz interior. E finalmente, aprendi que não se pode morrer, pra se aprender a viver.”
| — | Texto retirado do saco de pão que eu comprei, Autor Desconhecido. |
sexta-feira, 3 de maio de 2013
É engraçado o modo como você apareceu na minha vida e conseguiu me entender tão rapidamente, conseguiu me fazer sorrir até quando eu estava desabando. Eu nunca imaginaria conhecer uma pessoa como você. Sei lá, nós já devemos ter feito amizade em outras vidas, porque é inacreditável a forma como você me faz bem. Eu agradeço a Deus todos os dias por ter conhecido você. Essa distância entre nós é só uma prova que amor verdadeiro existe, que não precisa estar perto para amar. É, eu te amo demais sua retardada. E por favor, nunca me esqueça, que eu nunca vou te esquecer. Agradeço a você, por ter cuidado de mim, me protegido, me defendido, me apoiado. Nunca quis te ver mal. Sempre tentei te arrancar um sorriso, nem sempre consegui, mas as tentativas valeram para mostrar o quanto eu me importo com você. Peço a Deus que cuide de você, em cada momento da sua vida, já que eu não posso. Você chegou de uma forma tão especial , em um momento de fraqueza, pra alegrar minha vida e ajudar a curar as feridas. ”Eu nem sei como eu vivi todos esses anos sem te conhecer” frase familiar né ? verdade não sei mesmo. Ninguem nunca foi capaz de me passar como você me passa , essa paz , o sentido da palavra amizade,eu não tinha tido antes uma pessoa pra me entender como você me entende e nem que se importe comigo de verdade. você sempre disse que eu faço a diferença, pra tentar secar minhas lágrimas e me arrancar um sorriso. Mesmo que não seja eterno, enquanto durar tenho certeza que vai ser verdadeiro, e namoral se eu te der todos os motivos pra se afastar de mim , pra ir embora , não vá e se eu errar com você não vai ser de propósito, só te peço que me dê uma chance de concertar, porque eu nunca tive ninguem como você,nenhuma amizade como a sua, você é única. E daqui pra frente e pra sempre vai ser assim, nao importa a forma, eu cuido de você e você cuida de mim, porque amizade é isso.
terça-feira, 30 de abril de 2013
“Fico tão confusa pela quantidade de coisas que tenho de considerar que não sei se choro, ou se rio, depende do meu humor. Depois durmo com a sensação estranha de que quero ser diferente do que sou, ou de que sou diferente do que quero ser, ou talvez de me comportar diferente do que sou ou do que quero ser.”
| — | O Diário de Anne Frank |
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Há momentos em que desejo fazer o tempo voltar e apagar toda a tristeza, mas eu tenho a sensação que, se o fizesse, também apagaria a alegria. Assim, revivo as memórias da forma como vêm, aceitando todas elas, deixando que me guiem sempre que possível. Isso acontece com mais frequência do que as pessoas percebem.”
| — | Um Amor para Recordar. |
quinta-feira, 25 de abril de 2013
O que o mundo não sabe sobre o país onde você mora?
O mundo não sabe que, enquanto o governo se mostra muito preocupado com o futebol, reuniões do Mercosul, Copa do mundo, Olimpíadas, enfim, assuntos quase banais, estão morrendo pessoas nos corredores de hospitais por falta de médicos e recursos, crianças estão deixando de estudar pelas más condições das escolas, pessoas estão sendo assassinadas, na porta de suas casas, saindo para trabalhar, e pior, muitas vezes por policiais, justo quem deveria estar nos protegendo, e o pior de tudo: ENQUANTO ISSO ESTÁ ACONTECENDO, POLÍTICOS ESTÃO FORMANDO FORTUNAS COM DINHEIRO PÚBLICO. Não digo todos, mas político é desumano, porque enquanto estão rodando por aí com um carro importado comprado com o dinheiro do povo, crianças estão morrendo de fome, famílias inteiras estão morrendo pela falta d'água na época de seca, outras perdem o pouco que adquiriram com muito esforço e honestidade numa enchente que ocorreu pela falta de estrutura da cidade, e não tem direito sequer a um colchão pra deitar seus filhos. ENQUANTO OS POLÍTICOS ESTÃO VIVENDO EM SUAS MANSÕES LUXUOSAS LITERALMENTE ROUBADAS,O PAÍS TÁ NESSE CAOS TODO.
BRASIL, UM PAÍS DE TOLOS.
BRASIL, UM PAÍS DE TOLOS.
- Luiz Gusttavo Ferrer.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Morrer é ridículo. Você combinou de jantar com a namorada, está em pleno tratamento dentário, tem planos pra semana que vem, precisa autenticar um documento em cartório, colocar gasolina no carro e no meio da tarde morre. Como assim? E os e-mails que você ainda não abriu, o livro que ficou pela metade, o telefonema que você prometeu dar à tardinha para um cliente? Não sei de onde tiraram esta ideia: morrer. A troco? Você passou mais de dez anos da sua vida dentro de um colégio estudando fórmulas químicas que não serviriam pra nada, mas se manteve lá, fez as provas, foi em frente. Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego, mas não desistiu. Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer da vida, cheio de dúvidas quanto à profissão escolhida, mas era hora de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em frente. De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na freeway, numa artéria entupida, num disparo feito por um delinquente que gostou do seu tênis. Qual é? Morrer é um chiste. Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida. Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas. Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas, a apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira. Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas cuido eu. Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce, caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer. Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte costelas gordas e mulheres magras e morre num sábado de manhã. Se faz check-up regulares e não tem vícios, morre do mesmo jeito. Isso é para ser levado a sério? Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno pode ser bem-vindo. Já não há mesmo muito a fazer, o corpo não acompanha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas. Ok, hora de descansar em paz. Mas antes de viver tudo, antes de viver até a rapa? Não se faz.Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas. Morrer é um exagero. E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas. Só que esta não tem graça.
terça-feira, 16 de abril de 2013
A felicidade é uma ilusão de ótica, dois espelhos que refletem entre si a mesma imagem do infinito. Nem tente buscar a imagem original, não existe nenhuma.
Não diga que a felicidade é efêmera. A felicidade não é efêmera. O sentimento que se sente e é tomado como felicidade quando se está apaixonado, quando se teve sucesso em alguma coisa, é uma liberdade condicional antes de conhecer a pena: o ser amado não se parece com nada, o que você conseguiu não serve pra nada. Isso não a faz infeliz, mas consciente. A felicidade não acaba, ela se retifica.
Nós inventamos a luz para negar a escuridão. Colocamos as estrelas no céu, plantamos postes a cada dois metros nas ruas. E lâmpadas dentro de nossas casas. Apague as estrelas e conteple o céu. O que você vê? Nada. Você está diante do infinito que seu espírito limitado é incapaz de conceber, de forma que você nada mais enxerga. E isso o angustia. É angustiante estar diante do infinito. Fique calmo; os seus olhos sempre encontrarão as estrelas obstruindo a trajetória deles e não irão mais longe. De forma que o vazio dissimulado por elas será ignorado por você. Apague a luz e arregale os olhos ao máximo. Você nada verá. Apenas a escuridão, a qual é mais percebida do que vista por você. A escuridão não está fora de você, ela está em você.
Lolita Pille
Não diga que a felicidade é efêmera. A felicidade não é efêmera. O sentimento que se sente e é tomado como felicidade quando se está apaixonado, quando se teve sucesso em alguma coisa, é uma liberdade condicional antes de conhecer a pena: o ser amado não se parece com nada, o que você conseguiu não serve pra nada. Isso não a faz infeliz, mas consciente. A felicidade não acaba, ela se retifica.
Nós inventamos a luz para negar a escuridão. Colocamos as estrelas no céu, plantamos postes a cada dois metros nas ruas. E lâmpadas dentro de nossas casas. Apague as estrelas e conteple o céu. O que você vê? Nada. Você está diante do infinito que seu espírito limitado é incapaz de conceber, de forma que você nada mais enxerga. E isso o angustia. É angustiante estar diante do infinito. Fique calmo; os seus olhos sempre encontrarão as estrelas obstruindo a trajetória deles e não irão mais longe. De forma que o vazio dissimulado por elas será ignorado por você. Apague a luz e arregale os olhos ao máximo. Você nada verá. Apenas a escuridão, a qual é mais percebida do que vista por você. A escuridão não está fora de você, ela está em você.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
”Eu também fico triste. Não sou de ferro. As vezes choro a noite e no outro dia acordo com um sorriso no rosto. E tenho aquela mania clichê de sorrir fora de hora, mesmo não querendo. Sorrir amarelo só pra mostrar o quanto sou forte. Também tenho vontade de sumir, ir pra bem longe. Pensa que só você sente isso amigo? Infelizmente, eu também sinto o mesmo. Tenho vontade de mandar todos sumirem da minha vida e não voltarem tão cedo, mas o fato é se eu disser tudo o que está entalado na garganta, tudo o que doí dentro do peito, vou me arrepender amargamente depois. Tenho vontade de cortar laços, desfazer amizades e me afastar, mas sei que vou sentir saudades mais cedo ou mais tarde. E também tenho aquela imensa vontade de congelar o tempo, só pra não me entristecer mais ou chorar, mas não da. Tempo é uma coisa que a gente não pode controlar, mandar ou parar, somente viver ou se preferir - sobreviver. Eu também tenho vontade de desistir, jogar tudo pro alto como se não se existisse futuro, mas no outro dia acordo cedo, faço as mesma coisas, converso com as mesmas pessoas e choro pelas mesmas tristezas e no final do dia me canso novamente.”
Seguir em frente é preciso. (necessário).
Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..
E lembra-te:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..
E lembra-te:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.
sexta-feira, 22 de março de 2013
Não sei o que quero.
Eu não sei o que eu quero. Geralmente, quando perguntam isso a qualquer outra pessoa, elas dizem: ”quero ter uma casa própria, um carro, um emprego, um namorado, família, etc..” Esse tipo de pergunta confunde minha cabeça. Não sei exatamente o que eu quero ser. Serio, eu mal sei qual faculdade quero fazer. Não sei se quero me casar, as vezes quero, outrora não. Eu mudo tão rápido e os meus quereres mudam também. Quando criança eu queria ser geriatra, com meus dez anos eu queria se professora, agora eu nem sei mais. Ouço bastante que pessoas que fazem planos e que tem objetivos conseguem o que querem mais rápido. Ai eu vejo que lascou a vida toda. Não sei planejar meu dia, quanto mais meu destino. Sempre deixei o vento me levar e por isso sempre quebrei cara. Não consigo me imaginar daqui uns anos e sempre tenho a sensação que vou morrer antes de conquistar qualquer coisa. Não sei se vou continuar com esse penteado horroroso, se vou engordar ou se vou arrumar um emprego descente. Não vejo nada, me vejo só no escuro. Honestamente, não estou interessada tanto assim em dinheiro e essas coisas, não sei, sei lá. Quero ficar feliz, entende? Quero continuar sendo apaixonada por livros, quero conhecer musicas, virar fã de outras coisas. Quero conhecer alguém que goste de mim e que goste muito. Não quero nada tão complicado, pelo menos não agora. Amanha, talvez, eu queira outra coisa.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Meus Medos
" Meus medos em ordem cronológica, então: medo de ficar sozinha, medo de escuro, medo de socializar, medo de que abram a porta do banheiro, medo de que me vejam, medo de beijar, medo de tirar a camiseta, medo de acender a luz, medo de apanhar, medo de levantar a voz, medo de mantê-la baixa (adolescência tem dessas contradições), medo de envelhecer, medo acadêmico, medo trabalhista, medo filosófico, medo do medo, medo de escrever bobagens, medo de escrever, medo na rua, medo em casa, medo nas festinhas de famílias, medo dos sintomas, medo do pavoroso fato: a vida é medo, pois bem, pavoroso, pois bem, esta tristeza agonizante que não me deixa fazer nada, nada. "
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Namoro Virtual.
Eu aposto que assim como eu, você já se emocionou com aquele vídeo do Youtube, que conta a História do casal que se amava incondicionalmente. Porém (sempre existe um porém...) Moravam a km de distância, e o relacionamento deles era virtual. Deve ter ouvido também aquela linda e tocante frase que diz assim: " Distância não é NADA quando a pessoa significa TUDO."
A princípio, gostaria de ressaltar que não tenho nada contra namoros Virtuais, e nem à namoros à distância... Muito pelo contrário, admiro pessoas que conseguem isso. Pois se mostram fortes em mantêm um sentimento mesmo à kilômetros de distância, e com pessoas que têm uma vida, um cotidiano completamente diferente. Mas vou expor minha opinião mesmo assim.
Moro no interior de Sp, à umas 4 horas da capital. Tenho uma amiga, bem próxima, que tem um relacionamento com um garoto de São Paulo. Entretanto, não é namorico de internet, é algo sério, que envolve família, amigos e dois anos de estrada.
Eles se conheceram através de uma amiga dos dois, e revisam finais de semana, Seja indo, ou vindo.
Mas independente de ser a distância ou não, todo namoro é complicado. Seja entre adolescentes, ou adultos, todo relacionamento tem seus problemas, suas dificuldades...
É ai que entra minha falta de compreensão..
Se em um namoro local, ambas as partes vivem juntos, e mesmo assim há medo, desconfiança, traição.... Me pregunto como deve ser namorar uma pessoa de longe? Como essas pessoas vencem o medo da imprevisibilidade? E aquele ditado que diz: "O que os olhos não vêm o coração não sente", como superam a ausência?
E principalmente, penso nas meninas que namoram virtualmente. Na maioria das vezes sem o consentimento dos pais, com pessoas que nunca viram, que nunca conviveram, que não conhecem a longo prazo. Tudo oque sabem, é o que há na internet.
Se apaixonar por uma pessoa na internet é fácil, afinal, os meninos são príncipes perfeitos e educados, as meninas são garotinhas lindas e meigas...Mas e na vida real? Já pararam pra pensar nas consequências? Eu digo, no futuro?
Vale mesmo à pena se envolver com alguém que mal conhece? Não estou sendo negativa, mas vale o risco? Antes de tudo pense em VOCÊ. Se não der certo, se for uma ilusão, como ficaram as marcas?
Eu sei que nós, adolescentes somos movidos à fracassos, Quem nunca se decepcionou?
Talvez, seja mesmo só um defeito meu... Um pensamento precipitado. Não que eu não acredite em namoro á distância, mas acho que não me encaixo nesse perfil. Eu tenho essa mania, de dificultar as coisas.
A princípio, gostaria de ressaltar que não tenho nada contra namoros Virtuais, e nem à namoros à distância... Muito pelo contrário, admiro pessoas que conseguem isso. Pois se mostram fortes em mantêm um sentimento mesmo à kilômetros de distância, e com pessoas que têm uma vida, um cotidiano completamente diferente. Mas vou expor minha opinião mesmo assim.
Moro no interior de Sp, à umas 4 horas da capital. Tenho uma amiga, bem próxima, que tem um relacionamento com um garoto de São Paulo. Entretanto, não é namorico de internet, é algo sério, que envolve família, amigos e dois anos de estrada.
Eles se conheceram através de uma amiga dos dois, e revisam finais de semana, Seja indo, ou vindo.
Mas independente de ser a distância ou não, todo namoro é complicado. Seja entre adolescentes, ou adultos, todo relacionamento tem seus problemas, suas dificuldades...
É ai que entra minha falta de compreensão..
Se em um namoro local, ambas as partes vivem juntos, e mesmo assim há medo, desconfiança, traição.... Me pregunto como deve ser namorar uma pessoa de longe? Como essas pessoas vencem o medo da imprevisibilidade? E aquele ditado que diz: "O que os olhos não vêm o coração não sente", como superam a ausência?
E principalmente, penso nas meninas que namoram virtualmente. Na maioria das vezes sem o consentimento dos pais, com pessoas que nunca viram, que nunca conviveram, que não conhecem a longo prazo. Tudo oque sabem, é o que há na internet.
Se apaixonar por uma pessoa na internet é fácil, afinal, os meninos são príncipes perfeitos e educados, as meninas são garotinhas lindas e meigas...Mas e na vida real? Já pararam pra pensar nas consequências? Eu digo, no futuro?
Vale mesmo à pena se envolver com alguém que mal conhece? Não estou sendo negativa, mas vale o risco? Antes de tudo pense em VOCÊ. Se não der certo, se for uma ilusão, como ficaram as marcas?
Eu sei que nós, adolescentes somos movidos à fracassos, Quem nunca se decepcionou?
Talvez, seja mesmo só um defeito meu... Um pensamento precipitado. Não que eu não acredite em namoro á distância, mas acho que não me encaixo nesse perfil. Eu tenho essa mania, de dificultar as coisas.
"... Já virou modinha..."
Tenho certeza que você que frequenta alguma rede social, já ouviu
esse termo: MODINHA.
Todo mundo fala da
tal Modinha.... Virou até clichê.
A palavra
"Modinha", começou a ser usada no nosso querido e já antiquado Orkut.
Mas nos últimos dias, vêm ganhando destaque nas redes sociais do momento, e no
nosso vocabulário.
Gírias, roupas,
sentimentalismo, lições de moral, Religião..... As pessoas estão a cada dia
mais usando esses termos para ganhar fama e popularidade na internet.
À alguns dias eu vi algo que chamou minha atenção. Um garoto que se
dizia super liberal, que abominava o preconceito, apoiava o movimento GLBTT,
postava fotos de garotas se beijando dizendo que não tinha absolutamente nada
contra isso, usualmente chamou o amigo de ‘Gay’
na intenção de ofende-lo. No mesmo momento eu me perguntei: PRA QUÊ
ISSO? Olha o ponto que a pessoa chega, pra conquistar fama barata. Contradição.
Alguém me explica o motivo de tanta
HIPOCRISIA?
Cá entre nós que, bem sabemos que
esse exemplo citado, se passa com milhões de pessoas que necessitam de atenção.
Que imploram, por popularidade virtual. E isso me preocupa. Se não
diferenciarmos o virtual do mundo real..
Pense comigo. Essa geração que será
o futuro de amanhã?
Já dizia François duc de
laRochefoucauld: “- A Hipocrisia é a homenagem que o vício presta à virtude.” Ou
seja, todo hipócrita finge comportamentos corretos, virtuosos, socialmente
aceitos, mas no fundo é só uma vítima do comportamento fútil que a sociedade
anda impondo sobre as mentes que se deixam alienar.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Todos nós temos um momento de ódio pela vida. Aquele desejo egoísta de estar numa situação entre a vida e a morte, só para despertar um arrependimento em alguém, pra ver a pessoa dando valor com medo de te perder.
Nada demais. Só pra fazer aquele ser que te humilha, que te bota pra baixo, que arrasta seu espírito, realmente provando que se importa, só pra ouvir um "Eu Te Amo" daquele que aparentava não se importar com sua existência.
Nada demais. Só pra fazer aquele ser que te humilha, que te bota pra baixo, que arrasta seu espírito, realmente provando que se importa, só pra ouvir um "Eu Te Amo" daquele que aparentava não se importar com sua existência.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Um Casal De três.
Tudo começou com um miojo ...
Eu disse que toparia qualquer jantar, com qualquer um que soubesse cozinhar qualquer coisa, além de miojo.
Ele me convidou para comer Cup Noodles. Como se fizesse muita diferença.
Daí, o assunto foi para a louça do tal jantar. Nesse momento da história entra o Digníssimo, Ops... Até então era só Wesley Siqueira.
A poropósito o 'Cozinheiro' da história, se chamava Luiz Guattavo, que mais tarde se tornaria, Fubá Mimoso, Babuino, Mundiça... Dentre outros apelidinhos carinhosos.
No começo tudo era flores. Até rolava troca de elogios.
Não lembro o ocorrido, mas certa feita, me ví casada. Mas não era um simples casório, Eu era BÍGAMA.
Nós trocávamos declarações no nosso triângulo. Ahh Bons tempos.. kkk
Até surgir a conversa dos Filhos. 22 Filhos. 11 casais de gêmeos.
Foi ai que eu compliquei meu ultero.
Depois disso veio o frango... E nesse exato momento, apareceu a desconfiança.
Começaram a difamar minha integridade, manchar minha imagem.
E o maldito DNS do Ratinho. Foi o fim.
Ficou um casal de dois. Kkkk'
Mas o ciume do coitado Teddy falou mais alto, e o Querido Gusttavinho, não suportou a pressão.
Nos separamos.
Brigávamos muito também... Certa feita, passamos uma semana sem nos falar. Só mantia diálogo com o Digníssimo Auréolado. - Que por sinal, nem me recordo o real motivo do apelido.
Logo após, Gusttavo Vira filé, e se apaixona pela Pequena.
O digníssimo se enche de tédio e nos abandona
MAS, não acaba por aqui.
Eu inofensiva, descubro o quanto não agrado na relação - FiléPequena.
Digníssimo retoma seu posto de auréolado, e volta para a felicidade geral da nação.
O frango enfim é depenado. kkk'
E o encanto do Filé pela Pequena se esfria. Para a tristeza dos apaixonados de plantão.
Mas a Camaradagem, o Companheirismo, a consideração continua a cada dia que passa.
Foi assim que essas Mundiças de Belo Horizonte entraram na minha vida.
Em momento nenhum me arrependo de ter deixado eles colorirem as minhas tardes, e completarem meu 2012.
E tenho certeza que em 2013, essa dupla vai criar muita confusão, e marcar cada dia disperdisado nesse Ask.Fm
E se um dia essa rede social de desocupados deixar de existir, ainda sim vai ficar marcada como a porta de uma grande amizade que vai durar pra sempre.
Não é Dig Xexê?
Ou devo me referir ao Fubá Mimoso?
Eu disse que toparia qualquer jantar, com qualquer um que soubesse cozinhar qualquer coisa, além de miojo.
Ele me convidou para comer Cup Noodles. Como se fizesse muita diferença.
Daí, o assunto foi para a louça do tal jantar. Nesse momento da história entra o Digníssimo, Ops... Até então era só Wesley Siqueira.
A poropósito o 'Cozinheiro' da história, se chamava Luiz Guattavo, que mais tarde se tornaria, Fubá Mimoso, Babuino, Mundiça... Dentre outros apelidinhos carinhosos.
No começo tudo era flores. Até rolava troca de elogios.
Não lembro o ocorrido, mas certa feita, me ví casada. Mas não era um simples casório, Eu era BÍGAMA.
Nós trocávamos declarações no nosso triângulo. Ahh Bons tempos.. kkk
Até surgir a conversa dos Filhos. 22 Filhos. 11 casais de gêmeos.
Foi ai que eu compliquei meu ultero.
Depois disso veio o frango... E nesse exato momento, apareceu a desconfiança.
Começaram a difamar minha integridade, manchar minha imagem.
E o maldito DNS do Ratinho. Foi o fim.
Ficou um casal de dois. Kkkk'
Mas o ciume do coitado Teddy falou mais alto, e o Querido Gusttavinho, não suportou a pressão.
Nos separamos.
Brigávamos muito também... Certa feita, passamos uma semana sem nos falar. Só mantia diálogo com o Digníssimo Auréolado. - Que por sinal, nem me recordo o real motivo do apelido.
Logo após, Gusttavo Vira filé, e se apaixona pela Pequena.
O digníssimo se enche de tédio e nos abandona
MAS, não acaba por aqui.
Eu inofensiva, descubro o quanto não agrado na relação - FiléPequena.
Digníssimo retoma seu posto de auréolado, e volta para a felicidade geral da nação.
O frango enfim é depenado. kkk'
E o encanto do Filé pela Pequena se esfria. Para a tristeza dos apaixonados de plantão.
Mas a Camaradagem, o Companheirismo, a consideração continua a cada dia que passa.
Foi assim que essas Mundiças de Belo Horizonte entraram na minha vida.
Em momento nenhum me arrependo de ter deixado eles colorirem as minhas tardes, e completarem meu 2012.
E tenho certeza que em 2013, essa dupla vai criar muita confusão, e marcar cada dia disperdisado nesse Ask.Fm
E se um dia essa rede social de desocupados deixar de existir, ainda sim vai ficar marcada como a porta de uma grande amizade que vai durar pra sempre.
Não é Dig Xexê?
Ou devo me referir ao Fubá Mimoso?
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